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A exposição ocupacional aos agentes físicos é área de estudo da Higiene do Trabalho, sendo que
os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis, com decibelímetro operando no circuito de ponderação “A” e circuito de resposta rápida (fast), com as leituras feitas próximas ao ouvido do trabalhador e de forma tal que estejam isentas de interferências.
na avaliação da exposição ao calor, o cálculo do IBUTG – Índice de Bulbo Úmido-Termômetro de Globo para ambientes em carga solar deve considerar a temperatura de bulbo seco, enquanto nos ambientes externos isso não se faz necessário.
a exposição ocupacional à radiação ultravioleta não coerente (UV), com comprimentos de onda entre 180 nm (cento e oitenta nanômetros) e 400 nm (quatrocentos nanômetros) está associada a efeitos agudos adversos à saúde, como eritemas, fotoconjuntivite e fotoqueratites.
a preocupação em relação à exposição ocupacional às radiações infravermelhas reside nas faixas eritemáticas e germicidas, que são aquelas que apresentam maiores riscos potenciais e são geradas em operações com solda elétrica, metais em fusão e maçaricos, estando também presente na irradiação solar.
a aceleração de uma manopla deve ser determinada na direção do braço, entrada da vibração no corpo, a partir de dispositivo instalado no ponto central da superfície de contato da ferramenta com a palma da mão do operador, que irá determinar o tempo de contato com a superfície vibrante e as forças de preensão exercidas na palma da mão.