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O jornal O Estado de S. Paulo, em sua edição digital de 07 de novembro de 2021, publicou a reportagem “No coração de Paris, uma floresta vertical”, sobre o edifício “Villa M”.
O texto a seguir foi adaptado do original.
“Quem circula hoje pelo Boulevard Pasteur, no bairro de Montparnasse, em Paris, dificilmente fica indiferente a um edifício recém-inaugurado que, em contraste com a elegância neoclássica de seu entorno, excede em exuberância e frescor. Tudo por conta de uma densa camada vegetal, formada por plantas dos mais diversos tamanhos, que pende de sua fachada, garantindo privacidade interna, e colocando o prédio em permanente destaque na paisagem.
Com sete andares, o Villa M tem um jardim de plantas aromáticas e medicinais em seu terraço. Afinados com a proposta sustentável da arquitetura, seus interiores foram projetados com materiais sustentáveis, cores orgânicas e produtos ecologicamente responsáveis.”.
Tendo como base exclusivamente o texto e considerando as medidas de proteção passiva contra incêndio, pode-se afirmar que se faz necessária uma avaliação:
das medidas de compartimentação horizontal, como dimensões de verga e peitoril das janelas, dado que a vegetação pode alterar a evolução e a propagação de um incêndio.
das medidas de compartimentação horizontal, como materiais dos entrepisos, levando em consideração os produtos ecologicamente responsáveis, dada a alteração da carga de incêndio.
das medidas de compartimentação vertical, como as paredes de separação entre ambientes e materiais dos forros, pois os materiais sustentáveis podem alterar a evolução de um incêndio.
das medidas de compartimentação vertical na fachada da edificação, como dimensionamentos e características dos materiais da fachada e envoltória, dado que a vegetação pode alterar a evolução e a propagação de um incêndio.
das medidas de compartimentação horizontal, como o dimensionamento das abas horizontais, levando em consideração os materiais sustentáveis dada a alteração da carga de incêndio.