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Sobre o alcoolismo crônico relacionado ao trabalho, é incorreto o que se afirma em:
O consumo coletivo de bebidas alcoólicas associado a situações de trabalho pode ser decorrente de prática defensiva, como meio de garantir inclusão no grupo.
Uma frequência maior de casos (individuais) de alcoolismo tem sido observada em determinadas ocupações, especialmente aquelas que se caracterizam por ser socialmente desprestigiadas e mesmo determinantes de certa rejeição, como as que implicam contato com cadáveres, lixo ou dejetos em geral, apreensão e sacrifício de cães; atividades em que a tensão é constante e elevada; entre outras.
A Sociedade Americana das Dependências, em 1990, considerou o alcoolismo como uma doença crônica primária que tem seu desenvolvimento e manifestações influenciados por fatores genéticos, psicossociais e ambientais, frequentemente progressiva e fatal.
A Organização Mundial da Saúde não considera o trabalho um dos fatores psicossociais de risco para o alcoolismo crônico, contudo, estimula práticas de prevenção e identificação precoce de alcoolistas no ambiente de trabalho.