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De acordo com a publicação Ergonomia – Projeto e Produção – 3ª edição revisada (2016), a “metodologia para análise ergonômica foi desenvolvida para avaliar o grau de fadiga, assumindo que os músculos mais fatigados têm o maior risco de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Os segmentos corporais, direito e esquerdo, são considerados grupos: pescoço, costas, braços/cotovelo, punho/mão/dedos, perna/joelho/tornozelo, pé/dedos. Cada grupo é avaliado por três fatores, em quatro níveis de esforço (leve, moderado, pesado, muito pesado) definidos no protocolo”. O texto refere-se ao Checklist de:
NIOSH.
OCRA.
Rodgers.
Michigan.