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J.L.S., 34 anos, masculino, mecânico de autos, não fumante, e sem comorbidades conhecid...

J.L.S., 34 anos, masculino, mecânico de autos, não fumante, e sem comorbidades conhecidas. Durante o teste de um motor a gasolina em marcha acelerada, realizado em box sem ventilação adequada, o trabalhador inicia cefaleia frontal progressiva, tontura, visão turva, náuseas, mal-estar, fraqueza e sensação de “aperto no peito”. Colegas relatam que J.L.S. apresentou desorientação. O local tinha cheiro pouco perceptível de gases de escape. O atendimento pré-hospitalar remove o trabalhador do ambiente e institui oxigênio a 100% por máscara de alto fluxo.


Exame físico (chegada ao pronto-socorro):


PA: 138/86 mmHg, FC: 119 bpm, FR: 24 irpm, SatO2: 98%, Temperatura: 36,4°C, Glasgow: 14. Ausculta pulmonar sem estertores; ausculta cardíaca com taquicardia regular, sem sopros. Acianótico.

Hipótese diagnóstica: Intoxicação aguda por Monóxido de Carbono.


Diante do quadro clínico exposto, podemos afirmar que o indicador biológico de exposição excessiva para o monóxido de carbono é:


A

Metahemoglobina no sangue


B

Carboxihemoglobina no sangue


C

Tetracloroetieno no sangue


D

Adutos de N-(2- hidroxietil) valina (HEV) em hemoglobina