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No gerenciamento de eventos adversos, o Ministério do Trabalho e Emprego estabelece protocolos específicos que visam à transição segura entre a resposta ao sinistro e a investigação técnica. Considerando a doutrina de segurança e a priorização de ações em cenários de alta complexidade (como plantas industriais ou canteiros de obra), assinale a alternativa que apresenta a ação que é, simultaneamente, um requisito para a proteção da vida e o marco inicial para a estabilização da área, sobrepondo-se a qualquer rito administrativo ou de preservação de evidências:
A manutenção rigorosa do estado físico de máquinas e dispositivos de segurança (preservação do cenário), de modo a garantir que a análise de falhas não seja comprometida pela remoção de componentes.
A neutralização de perigos latentes e energias residuais (como bloqueios elétricos e pneumáticos), visando assegurar que o ambiente não gere novos acidentes durante as ações de socorro e perícia.
A segregação e o isolamento dos trabalhadores envolvidos diretamente no evento, com o intuito de proceder à oitiva individual imediata e evitar a colusão de versões sobre as causas.
O acionamento imediato da autoridade policial e da inspeção do trabalho para a custódia do local, suspendendo qualquer intervenção técnica até a chegada dos peritos oficiais.
A consolidação dos registros fotográficos e cronológicos do evento para a instrução documental da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e dos relatórios internos de segurança.