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Uma organização industrial apresenta, nos últimos três anos, queda expressiva nos acidentes típicos registrados e redução nos afastamentos por lesão aguda. No mesmo período, o serviço de saúde ocupacional registra crescimento de adoecimentos musculoesqueléticos crônicos, transtornos mentais e queixas de fadiga persistente. A liderança divulga os dados de acidente como evidência de maturidade em segurança. O setor técnico propõe revisão dos indicadores utilizados. Considerando os fundamentos contemporâneos da área, assinale a alternativa correta:
A redução de acidentes típicos demonstra efetividade das medidas preventivas adotadas, e o crescimento de adoecimento crônico deve ser tratado pela medicina ocupacional de forma independente.
Indicadores reativos de acidente podem coexistir com deterioração de saúde ocupacional, exigindo incorporação de indicadores proativos, análise de adoecimento e revisão das condições de trabalho.
O crescimento de adoecimento crônico indica falha de adesão dos trabalhadores às orientações ergonômicas e de saúde, exigindo reforço de programas educativos e de autocuidado.
A coexistência entre queda de acidentes e aumento de adoecimento reflete transição natural do perfil epidemiológico, devendo ser monitorada sem alteração imediata dos programas vigentes.
O problema reside na subnotificação de adoecimentos crônicos, que distorce a leitura dos indicadores e exige auditoria documental dos registros do serviço de saúde.


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