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Em uma marcenaria escolar, há exposição à poeira de madeira, ruído, ferramentas cortantes, esforço repetitivo e armazenamento improvisado de materiais. A equipe propõe entregar protetores auriculares, máscaras semifaciais e luvas aos estudantes, com registro de recebimento e orientação sobre uso correto. O professor entende que a medida, embora necessária, é insuficiente como estratégia central de prevenção. Nesse caso, a orientação mais pertinente é:
Concentrar a intervenção nos riscos de corte por ferramentas, pois ferramentas perigosas apresentam potencial de dano imediato e exigem bloqueio físico e supervisão constante prioritária.
Priorizar eliminação ou redução na fonte, ventilação, enclausuramento quando cabível, organização do layout e procedimentos seguros, reservando os equipamentos individuais para o risco residual.
Formalizar entrega, treinamento e assinatura de recebimento dos equipamentos, pois documentação adequada demonstra que os usuários foram informados e cumpre exigência normativa.
Reduzir o tempo de permanência no ambiente para cada grupo de estudantes, pois menor exposição diminui dose de ruído e poeira sem exigir alteração estrutural do espaço.
Selecionar equipamentos distintos para cada categoria de risco identificada, pois a correspondência específica entre agente e proteção individual amplia a cobertura preventiva do conjunto.


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