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Em um laboratório escolar, a CIPA elabora mapa de riscos por meio de entrevistas com professores e estudantes usuários do espaço. O documento identifica exposição a produtos químicos, ruído de equipamentos e risco de queda em determinado acesso. Meses depois, o técnico de segurança realiza medições instrumentais que indicam nível de ruído abaixo do limite de ação e concentração de produto químico dentro dos valores de referência para o ambiente. A chefia propõe substituir o mapa de riscos pelo laudo quantitativo, argumentando que medições objetivas são mais confiáveis do que percepção dos usuários. Considerando a função preventiva de cada instrumento, assinale a alternativa correta:
O laudo quantitativo deve prevalecer, pois medições instrumentais calibradas oferecem base técnica objetiva e eliminam distorções decorrentes da percepção subjetiva dos usuários do ambiente.
O mapa de riscos e o laudo quantitativo têm funções complementares, e a divergência entre percepção e medição deve ser investigada quanto a condições variáveis, picos de exposição e riscos não captados por medição pontual.
Os dois documentos devem coexistir sem integração, pois cada um atende a uma exigência normativa distinta e sua comparação não é metodologicamente válida.
O mapa de riscos deve prevalecer, pois a participação dos trabalhadores e usuários é garantia normativa e não pode ser substituída por instrumento unilateral elaborado pelo setor técnico.
A divergência indica subnotificação de riscos pela equipe técnica, que deve refazer as medições com metodologia ampliada para confirmar ou corrigir os valores obtidos.