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No planejamento das ações de segurança para a escavação de valas para o assentamento de tubos de esgoto em uma via pública, a equipe técnica deu início ao protocolo estruturado de prevenção de acidentes e gerenciamento de riscos ocupacionais. Concluída a etapa de identificação dos perigos ocupacionais na obra, os profissionais precisaram aplicar as etapas subsequentes para subsidiar a tomada de decisão da gerência. Considerando a ordem cronológica e os critérios técnicos que regem as etapas de avaliação e tratamento desses riscos, a conduta metodologicamente CORRETA a ser adotada pela equipe é:
Conduzir a análise de probabilidade restringindo-se ao histórico estatístico de acidentes na autarquia, deixando de mensurar a magnitude ou o potencial de impacto das consequências sobre a integridade dos operários.
Estabelecer a árvore de priorização com foco exclusivo na gravidade dos danos potenciais, assumindo que a probabilidade de colapso das paredes da vala não interfere na urgência técnico-operacional das medidas preventivas.
Executar o estudo de probabilidade e gravidade como uma ferramenta de extinção compulsória de perigos, o que encerra o ciclo de gestão de segurança e torna desnecessário o planejamento posterior de barreiras de proteção.
Realizar a análise de probabilidade e gravidade dos cenários identificados para, em seguida, efetuar a priorização dos riscos, definindo com base nesse cruzamento quais eventos exigem ações imediatas de controle.


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