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Em relação à exposição ocupacional aos agentes químicos, conforme estudado na Higiene do Trabalho, é correto afirmar que
as substâncias de efeito extremamente rápido e que podem ser absorvidas por via cutânea, requerem a adoção de medidas de proteção da pele, e a ultrapassagem do Limite de Tolerância, ainda que por pequenos períodos, deve ser compensada ao longo da jornada.
o fato dos gases e vapores apresentarem comportamentos diferentes e a Higiene do Trabalho se ocupar de concentrações de vapores muito inferiores àquelas ditas de saturação, impõe a necessidade de, na avaliação da exposição ocupacional, distinguir um do outro, estudando um de cada vez.
entre os gases e vapores classificados como irritantes, alguns apresentam elevada solubilidade em água e têm capacidade de alcançar os alvéolos pulmonares, onde agem de forma intensa, causando irritação dolorosa como ocorre na exposição aos gases nitrosos e sulfurosos.
aqueles gases e vapores classificados como anestésicos primários apresentam a particularidade de, mediante exposições repetidas a baixas concentrações, apresentarem também ação irritante nas mucosas das vias aéreas superiores.
pertencem ao grupo dos asfixiantes químicos algumas substâncias que, ao ingressarem no organismo, prejudicam a oxigenação dos tecidos, como ocorre com o monóxido de carbono, que se liga fortemente à hemoglobina, impedindo que ela transporte o oxigênio do pulmão para os tecidos.