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Segundo a literatura há duas vertentes opostas de crítica ao Movimento de Reconceituação: a crítica superadora e a crítica conservadora, pois:
A crítica conservadora nega a contribuição do movimento de reconceituação, abordando que este, teoricamente, apresentou características ecléticas e neopositivista; a crítica superadora defende a hipótese de construir um Serviço Social menos elitista com debates mais profundos superando o modismo que ocorreu no movimento de reconceituação.
A crítica superadora pressupõe superação, reconhecendo a contribuição desse movimento da categoria, mas apresenta a necessidade de superar o alternativismo metodológico e criar uma metodologia própria do Serviço Social; já a crítica conservadora nega completamente esse movimento abordando sua característica de negação do passado profissional.
A crítica conservadora aponta os equívocos do movimento de reconceituação, dentre eles: o alternativismo metodológico e a ausência de crítica à metodologia da época, o que originou uma separação entre as instituições de ensino e as agências de estágio. Contudo, a crítica superadora apresenta uma discussão fundamentalista pautada no pensamento Marxista.
A crítica conservadora aponta que este movimento da categoria não passou de um modismo no Serviço Social, cujos resultados foram revertidos em angústia e negação do passado profissional; a crítica superadora, dentre muitos pontos, nega a existência de uma teoria própria do Serviço Social, abordando a necessidade de reconhecer a relevância do movimento de reconceituação e a superação dos equívocos existentes.