

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O estudo “A inclusão da família nos projetos terapêuticos dos serviços de saúde mental”, de Lúcia Cristina Rosa (2005) discute a inclusão da família nos projetos terapêuticos dos serviços de saúde mental. Apontam-se as potencialidades, os limites e riscos implícitos nessa abordagem inclusiva. Sobre esses aspectos, considere as afirmativas abaixo:
I. Os conselhos gestores dos serviços são formados eminentemente por mulheres com baixa escolaridade e que necessitam, em geral, passar por processos de formação para ampliar a capacidade de participação.
II. Existe um campo de tensão entre o que os profissionais esperam das famílias e o quanto estas podem, na realidade, contribuir.
III. Ocorre a negação e o confronto direto dos familiares/usuários, especialmente aqueles de baixa renda, com os profissionais e dirigentes dos serviços de saúde devido às dificuldades de aceitarem o novo modelo da Reforma Psiquiátrica.
IV. Vivencia-se certa resistência de grupos de familiares quanto às mudanças em curso, seja por desconhecimento da proposta do movimento pela reforma psiquiátrica e/ou pelo temor de terem que assumir sozinhos o cuidado com o portador de transtorno mental.
Estão CORRETAS apenas
II e IV.
III e IV.
I e II.
I e IV.
I, II e III.