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Ao debaterem as relações existentes entre o projeto de reforma sanitária e o projeto ético‐político do Serviço Social, Matos e Bravo (2009) apontam algumas das requisições postas às/aos assistentes sociais pelo projeto privatista e pelo mencionado projeto de reforma sanitária, ressaltando as tensões existentes entre ambos. Para o enfrentamento destas tensões, que rebatem de diversas formas no cotidiano do trabalho profissional, os autores afirmam que é fundamental que as/os assistentes sociais não se distanciem “[...] do objetivo da profissão, que na área da saúde passa pela compreensão dos aspectos sociais, econômicos, culturais que interferem no processo saúde‐doença [...]” (BRAVO; MATOS, 2009, p. 212). De fato, a destacada compreensão combina‐se, ainda segundo os mesmos autores, a uma importante requisição do projeto de reforma sanitária ao Serviço Social, qual seja, a de contribuir para a
articulação entre as diversas Organizações Sociais.
interação entre o modelo curativo e preventivo.
prevenção somada à medicalização da vida social.
interação dos serviços de saúde com a realidade.
articulação entre os setores estatal e empresarial.