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Mota (2009), ao discorrer sobre a centralidade da assistência social na Seguridade Social brasileira nos anos 2000, destaca como argumento central de seu ensaio que as políticas que integram a seguridade social brasileira:
avançaram na articulação da proteção social brasileira; nesse contexto, se destaca a política de assistência social evidenciada como universal e não contributiva
longe de formarem um amplo e articulado mecanismo de proteção, conformam uma unidade contraditória: enquanto avançam a mercantilização e a privatização das políticas de saúde e previdência, a assistência social se amplia, transformando-se num novo fetiche de enfrentamento à desigualdade social na medida em que se transforma no principal mecanismo de proteção social no Brasil
conformam uma unidade contraditória: ao mesmo tempo em que são demandadas por milhares de trabalhadores, sofrem com a falta de investimentos financeiros por parte do atual governo
são parcas, seletivas, precarizadas e complexas, mas conformam a matéria-prima de trabalho do assistente social
têm sofrido com o aumento do déficit da previdência social, pelo custeio da família do indivíduo que comete crime, bem como pelos gastos com o Programa Bolsa Família, que incentiva famílias pobres a não trabalhar