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A luta por direitos é uma luta contra o capital, o que também se tornou pauta de debate e dos dilemas do Serviço Social Brasileiro, exigindo desta categoria a construção de um projeto profissional radicalmente inovador e crítico, com fundamentos históricos e teóricos metodológicos fundamentados na tradição marxista, apoiados em valores e princípios éticos humanistas e nas particularidades da formação histórica do país. Desse modo, nota-se que
é importante que os assistentes sociais, mesmo após o processo de renovação da profissão, utilizem o método positivista, garantindo, dessa forma, o necessário distanciamento entre os profissionais e a população.
o projeto ético-político adquire materialidade no conjunto das regulamentações profissionais: o Código de ética de 1986; a Lei de Regulamentação da Profissão de 1986 e nas Diretrizes Curriculares de 1990.
dentre as novas capacidades assumidas pelos assistentes sociais encontra-se assumir um discurso de competência burocrática para lidar com os organismos empregadores.
o projeto ético-político findou a relação vocacional que a profissão possuía, como o discurso altruísta, com a valorização de qualidades morais e pessoais.
o processo de renovação crítica do serviço social exige um profissional culto e politicamente atento ao momento histórico, sendo capaz de decifrar as entrelinhas e compreender as armadilhas do sistema capitalista.