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Para Barroco e Terra (2012, p. 97-98), como todo...

Para Barroco e Terra (2012, p. 97-98), como todo trabalhador assalariado, a(o) assistente social vivencia o desemprego, a exploração do trabalho, sua precarização e desregulamentação, a criação de atividades temporárias, sem segurança, sem benefícios, com a instituição de novos cargos e funções técnicas similares às praticadas pelo Serviço Social. Quem não se submete às regras da alta exploração do trabalho é substituído sem grandes esforços, tendo em vista as necessidades de sobrevivência dos trabalhadores. Nesses casos, o Código de Ética da(o) Assistente Social de 1993 previu que são infrações disciplinares:


A

Compactuar com o exercício ilegal da profissão, inclusive nos casos de estagiárias(os) que exerçam atribuições específicas, em substituição às(aos) profissionais.


B

Exercer a profissão quando impedida(o) de fazê-la(o), ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício às(aos) não inscritas(os) ou impedidas(os).


C

Emprestar seu nome e registro profissional a firmas, organizações ou empresas para simulação do exercício efetivo do Serviço Social.


D

Pleitear para si ou para outrem emprego, cargo ou função que estejam sendo exercidos por colega.


E

Todas as alternativas estão corretas.