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A efetiva inserção dos cursos de Serviço Social no âmbito universitário foi um elemento significativo para o processo de renovação da profissão que se vinculou diretamente à vertente de Intenção de Ruptura. Sobre esta vinculação, é CORRETO afirmar que:
As universidades detinham menos ações que os centros autônomos de pesquisa social, construindo-se em um espaço mais adverso à Intenção de Ruptura.
A refuncionalização da universidade abriu um novo campo de atuação profissional para assistentes sociais, sendo um ambiente considerado menos inseguro para o projeto de ruptura que estava em curso, dadas as particularidades do ambiente acadêmico, que era menos adverso do que outros e apresentava condições minimamente favoráveis à ruptura com o conservadorismo profissional.
O projeto de ruptura se expressou primeiramente no espaço universitário dada a aproximação dos(as) assistentes sociais com a corrente fenomenológica, que estabeleceu as bases de um questionamento global sobre o conservadorismo no Serviço Social.
A Perspectiva Modernizadora, a Reatualização do Tecnicismo e a Intenção de Ruptura constituíram um movimento contínuo e sem tenções do processo de renovação profissional, que se solidifica a partir da inserção do Serviço Social nas universidades.
As universidades foram responsáveis unilateralmente pelo estabelecimento das bases sóciopolíticas da Intenção de Ruptura.