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Brandão e Cabral (2021) utilizam o termo “coerção contraceptiva” em suas análises sobre as políticas de planejamento reprodutivo no Brasil, em especial aquelas voltadas para a população jovem. Quanto ao termo “coerção contraceptiva” é INCORRETO afirmar que:
Coerção contraceptiva se refere ao modelo de planejamento familiar e de controle demográfico empregado em países europeus, de cunho restritivo e punitivista.
Coerção contraceptiva se relaciona às práticas de inserção ou colocação de métodos sem o conhecimento ou consentimento das mulheres, em especial no pós-parto.
Coerção contraceptiva se refere às práticas de oferta restritiva de métodos contraceptivos, que não contemple as necessidades das mulheres em diferentes contextos relacionais, socioculturais e geracionais.
Coerção contraceptiva se relaciona às pressões exercidas por profissionais de saúde para aceitação de determinado método anticoncepcional que a mulher recusa ou não gostaria de utilizar.
Coerção contraceptiva se relaciona com o acesso parcial às informações farmacêuticas e médicas sobre os métodos contraceptivos, resultando em aconselhamentos enviesados ou dirigidos.