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No artigo “Crise sanitária e atenção primária: a atuação de assistentes sociais nos territórios” (2023), Vieira, Melo e Soares discorrem sobre o que foi feito da Atenção Primária à Saúde (APS) durante a pandemia de Covid-19. A partir disso, assinale a alternativa INCORRETA sobre a APS no contexto da pandemia de Covid-19.
Não houve aportes na APS para robustecê-la como eixo central no planejamento, vigilância e em suas funções nas Redes de Atenção à Saúde.
Houve secundarização da APS, com redução da oferta assistencial rotineira e um posterior e tímido retorno das atividades das equipes junto à população adscrita.
Promoveu-se ações de vigilância em saúde, educação, prevenção e promoção de saúde de grande contribuição para a população desde o início da crise sanitária.
Assistiu-se ao esvaziamento da APS, de sua potencialidade assistencial, de seus princípios e atributos no enfrentamento da crise sanitária, quase impondo-lhe um “não lugar” quando, no entendimento das autoras, ela deveria ter assumido ação protagonista.