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A assessoria realizada por assistentes sociais em contextos de reestruturações organizacionais e projetos empresariais, conforme discutido por Freire (2006), apresenta desafios complexos, como a coexistência de interesses divergentes entre empresários e trabalhadores. Nesse contexto, o assistente social deverá adotar estratégias participativas, como a pesquisa-ação, além de desvelar demandas ocultas e fomentar a articulação política dos assessorados. Considerando o exposto e, ainda, as estratégias de assessoria no serviço social, assinale a afirmativa INCORRETA.
O assistente social, ao atuar como assessor, deve buscar uma postura neutra, evitando acatar as críticas, demandas ou estratégias propostas pela equipe assessorada.
O fortalecimento da autonomia dos assessorados deve ser priorizado, mas sem desconsiderar os limites institucionais e organizacionais que influenciam o processo de assessoria.
A avaliação contínua do processo de assessoria é essencial para identificar avanços e desafios, além de contribuir para a sistematização de conhecimentos e práticas no campo do serviço social.
No contexto da assessoria, a capacitação é uma estratégia válida, mas deve ser articulada a outros processos, como o planejamento estratégico e a análise crítica das demandas institucionais.
A pesquisa-ação, utilizada no processo de assessoria, é uma metodologia participativa que promove o envolvimento dos assessorados em todas as etapas, permitindo maior apropriação e protagonismo.