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O acolhimento em unidades de proteção, previsto na lei referente à convivência familiar e comunitária, deve ser limitado e curto, priorizando reintegração ou adoção sempre que possível. Como o assistente social concretiza esse cuidado?
Revisando frequentemente as condições e possibilidades de retorno à família de origem ou extensa, fortalecer vínculos e evitar institucionalização prolongada, mobilizando equipes multiprofissionais para avaliar o progresso e os riscos.
Mantendo a criança ou o adolescente por tempo ilimitado, sob a presunção de que a instituição assegura melhor proteção que o meio familiar.
Transferindo responsabilidades ao Poder Judiciário, sem envolvimento direto na situação do usuário.
Convertendo o acolhimento em adoção compulsória se a família não comparecer ao abrigo em trinta dias.