

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Cláudio Horst (2023) apresenta algumas percepções do que comumente se identifica no trabalho com famílias, também aponta caminhos para uma intervenção do assistente social amparado pelo projeto ético-político da profissão. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma reflexão apresentada pelo autor:
Há uma tendência de direcionar o trabalho com famílias na sua instrumentalidade funcional, reiterando o movimento hegemônico da sociedade com base numa produção bibliográfica de cunho estrutural-funcionalista.
É perceptível a reiteração de um processo interventivo na lógica do disciplinamento, da responsabilização e da culpabilização das famílias como algo naturalizado e necessário, embalado pela ideia do protagonismo e autonomia das famílias.
A partir da categoria trabalho, podemos captar as mediações que contribuem para a explicação dos fundamentos da família e de sua particularidade no capitalismo - monogâmica patriarcal burguesa, uma vez que o trabalho determinou ao longo da história as relações sociais entre os indivíduos.
A ideia sobre o fortalecimento de vínculos, sem a sua criticidade, leva-nos ao pensamento de que o vínculo afetivo, emocional e familiar pode resolver os problemas dos sujeitos.
É preciso que repensemos, com urgência, o que estamos expressando como opinião técnica — seja oral ou escrita — em nossos documentos profissionais. Sendo assim, não é necessário romper com os pressupostos, mas sim com as terminologias conservadoras.