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Leia o texto abaixo:
O termo Capitalismo Tardio tem uma conotação temporal, mas talvez não sintetize o que de fato ele busca apresentar. O capitalismo tardio, em seu caráter cronológico, poderia ser continuidade e complementaridade do “Imperialismo” de Lênin. O desenvolvimento do capital depende da manutenção das relações desiguais entre sistemas desenvolvidos e aqueles pré-capitalistas ou semicapitalistas. A contradição faz a máquina girar e sustenta o mercado mundial, pois a influência do capital fez com que países da periferia se tornassem locais de complemento ao desenvolvimento dos países centrais. A periferia concentra sua produção em commodities (matérias primas, vegetais e minerais) para fornecer aos desenvolvidos. Assim, esses e outros fatores levam à relação desigual e combinada do capitalismo tardio.
Com base no fragmento de texto e na obra de Elaine Behring, é possível afirmar:
Na obra, a autora se utiliza de Lenin para explicar “o imperialismo” no livro denominado Ditadura e Serviço Social.
Na obra política social no capitalismo tardio, a autora reforça um pensamento que defende, desde os anos 1980, o Serviço Social tradicional.
Na obra, a autora se apoia teoricamente na perspectiva mandeliana de ondas longas de crescimento e ondas longas de depressão.
Na obra, a autora se refere apenas a José Paulo Netto como o grande mentor e pensador do capitalismo tardio na política social.