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Nas décadas de 1960 e 1970, o Serviço Social latino-americano viveu uma ruptura e uma reconceituação, posicionando-se contra o modelo norte-americano hegemônico de Social Work.
Assinale a opção que indica corretamente a crítica feita a esse modelo.
O modelo do Social Work apresentava um viés tecnocrático, voltado ao ajustamento social por meio da neutralização dos conflitos de classe.
O Social Work buscava articular ações coletivas com movimentos sociais, mas era tecnicamente ultrapassado por depender de metodologias como o Case Work.
O modelo norte-americano priorizava a investigação de contradições sociais, mas carecia de fundamentação teórica sólida e pragmatismo.
O Serviço Social latino-americano criticou o Social Work por sua excessiva ênfase nas estruturas estatais e por desconsiderar o papel das ONGs na mediação social.
O modelo estadunidense foi rejeitado por propor ações pautadas em políticas públicas de caráter assistencialista, sem foco em intervenção direta.