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A avaliação de políticas sociais no horizonte crítico do Serviço Social não se limita a medições quantitativas ou análises de custo-benefício, mas incorpora perspectivas históricas, distributivas e participativas. Essa abordagem exige a articulação de métodos plurais e o fortalecimento do controle democrático. Qual proposição traduz com maior rigor essa concepção?
A avaliação crítica articula resultados, processos e impactos redistributivos, integrando diagnósticos territoriais, métodos plurais e mecanismos de participação cidadã.
A avaliação concentra-se em parâmetros de custo-benefício, priorizando eficiência administrativa e subordinando direitos sociais a critérios de austeridade fiscal.
O processo avaliativo deve restringir-se a indicadores objetivos e padronizados, desconsiderando dimensões qualitativas e contextos sociopolíticos específicos.
A prática avaliativa prescinde de análises territoriais e distributivas, sendo conduzida por procedimentos uniformes, desvinculados de desigualdades regionais.
A avaliação crítica é conduzida de modo técnico-administrativo, excluindo participação popular e concentrando decisões em especialistas institucionais.