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Um assistente social atua em um serviço de acolhimento...

Um assistente social atua em um serviço de acolhimento institucional para pessoas idosas e percebe que as atividades oferecidas são padronizadas e não consideram as diferentes condições de autonomia, os interesses individuais e as histórias de vida dos residentes, gerando apatia e isolamento em muitos deles. Para promover a inclusão e o respeito à singularidade, qual estratégia de intervenção seria mais adequada?


A

Separar os idosos em grupos homogêneos de acordo com seu nível de dependência (independentes, parcialmente dependentes, totalmente dependentes) e oferecer atividades específicas e segregadas para cada grupo, reforçando a divisão e o isolamento.


B

Manter as atividades padronizadas, mas aumentar a frequência das palestras sobre "envelhecimento ativo", acreditando que a conscientização teórica é suficiente para promover a autonomia, independentemente das condições concretas oferecidas.


C

Propor à equipe e à coordenação a elaboração de Planos Individuais de Atendimento (PIAs) para cada pessoa idosa, construídos com sua participação (na medida de suas possibilidades), que definam objetivos e atividades personalizadas (terapêuticas, de lazer, culturais, sociais) de acordo com seus interesses, necessidades e nível de autonomia.


D

Implementar um sistema de recompensas, oferecendo pequenos "prêmios" (como doces ou permissão para assistir TV por mais tempo) aos idosos que demonstrarem mais "ânimo" e participação nas atividades padronizadas, utilizando o reforço positivo como única estratégia motivacional.