

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante o acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade, o assistente social de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de um município de médio porte identifica casos recorrentes de violência intrafamiliar, abandono de incapaz e rupturas conjugais que acarretam o rompimento de vínculos e a necessidade de reorganização das funções familiares. Diante dessa realidade, o profissional deve adotar uma postura técnico-política que:
Priorize a aplicação de medidas disciplinares junto aos agressores, a fim de restaurar rapidamente a ordem familiar e reduzir o número de atendimentos continuados.
Desenvolva uma intervenção pautada na proteção integral, fortalecimento de vínculos e mediação de conflitos, articulando a rede socioassistencial e intersetorial de forma a garantir direitos e prevenir novas violações.
Centralize a intervenção na figura da mãe ou cuidadora principal, por ser tradicionalmente responsável pela coesão e cuidado familiar, evitando a fragmentação dos atendimentos.
Limite-se a encaminhar os casos aos órgãos competentes (Conselho Tutelar e Ministério Público), visto que a intervenção direta da equipe técnica pode ferir a autonomia familiar.