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Quando um determinado sujeito procura ou se vê diante do Serviço Social, está em uma trajetória frágil de perda de patrimônio ou referências, sem atendimento de suas necessidades básicas e por isso que, em nosso paradigma de correlação de forças propus o fortalecimento do dominado (empowerment) e sua defesa (advocacy) de objetivos estratégicos da intervenção em Serviço Social em contradição com a perspectiva de reforço do poder dominante ou mera reprodução. Nessa perspectiva, o texto coloca o Assistente Social em qual posicionamento?
Como um adversário do cliente/usuário, ao invés de gerenciador de recursos da instituição, em função de critérios, normas e itinerários por ela estabelecidos.
Como um aliado do cliente/usuário, ao invés de gerenciador de recursos da instituição, em função de critérios, normas e itinerários por ela estabelecidos.
Como um gerenciador de benefícios, programas e projetos, sendo um agente burocrático.
Como um executor das políticas públicas, sendo pré-determinado pela instituição suas atribuições e prerrogativas de concessão de benefícios.