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Durante acompanhamento familiar no âmbito da rede socioassistencial, a equipe identifica que uma criança apresenta baixa frequência escolar, ausência de acompanhamento regular em saúde e fragilização dos vínculos familiares. A família vive em situação de extrema pobreza, mas demonstra disposição para aderir aos encaminhamentos propostos. À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, a atuação profissional mais adequada é:
requerer imediatamente a suspensão do poder familiar, pois a pobreza caracteriza, por si só, situação de negligência.
encaminhar a criança para acolhimento institucional, como primeira medida de proteção, diante da vulnerabilidade social apresentada.
limitar a intervenção ao Conselho Tutelar, pois o assistente social não possui atribuição na proteção integral de crianças e adolescentes.
articular a rede de proteção, buscando medidas proporcionais à situação concreta, com prioridade ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
condicionar o acesso da família aos serviços públicos à comprovação de mudança imediata em sua organização doméstica.