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Durante a madrugada, uma criança é levada ao abrigo por agentes da rede de proteção em situação emergencial, com indícios de violência grave no ambiente doméstico. A documentação apresentada está incompleta, e não há decisão judicial disponível naquele momento. Pela manhã, a coordenação precisa definir as primeiras providências institucionais.
À luz do Sistema de Garantia de Direitos e do caráter protetivo do acolhimento, é INCORRETO afirmar que a coordenação deve:
garantir proteção imediata, atendimento humanizado e registro objetivo das circunstâncias de ingresso, evitando submeter a criança a sucessivas narrativas desnecessárias sobre a violência.
acionar os órgãos competentes e assegurar que a situação emergencial seja formalmente comunicada, permitindo o controle da legalidade e a definição das medidas subsequentes.
condicionar a prestação de cuidados essenciais à apresentação da guia de acolhimento, pois a ausência inicial desse documento impede a execução regular do serviço.
preservar documentos, horários, identificação dos responsáveis pelo encaminhamento e providências adotadas, sem transformar o registro institucional em investigação criminal.