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O processo de intensificação e de precarização do trabalho de forma geral, e na particularidade do serviço público — espaço sócio-ocupacional em que os assistentes sociais estão majoritariamente inseridos —, carrega em si novos desafios que reavivem práticas profissionais no campo mais conservador da profissão, como ações de tutela, coerção e convencimento. Nesse sentido, sobre o trabalho do assistente social, é CORRETO afirmar que:
As demandas atuais que a profissão enfrenta são as mesmas de tempos históricos diferentes.
A tendência profissional é a de utilização de técnicas e instrumentos profissionais que não mobilizem o campo da subjetividade e a passivação do trabalhador e de si próprio.
O conhecimento e a experiência profissional são apropriados pelo capital, criando uma perversa forma de alienação do saber profissional, mas sem impactar a relativa autonomia profissional.
Uma das formas específicas de captura da subjetividade profissional é a ampliação das tendências conservadoras sobre a concepção ético-política da profissão.