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Durante atendimento em um serviço público de saúde, uma adolescente procura espontaneamente a Assistente Social a respeito de dúvidas sobre seus direitos relacionados à interrupção legal da gestação. Observa-se que a equipe que atua neste espaço manifesta opiniões divergentes sobre o papel da/o Assistente Social nesse atendimento. Considerando o Projeto Ético-Político do Serviço Social, o Código de Ética Profissional e a legislação vigente, a conduta mais adequada é:
Priorizar suas convicções pessoais e religiosas ao orientar a adolescente, considerando sua pouca idade e os impactos que a decisão poderá produzir em sua vida.
Restringir sua atuação ao encaminhamento para a equipe médica, evitando prestar informações sobre direitos para não influenciar a decisão da usuária e evitar críticas da equipe.
Realizar acolhimento qualificado, prestar informações sobre os direitos, os serviços disponíveis e os fluxos legalmente previstos, preservando o sigilo profissional, a autonomia da usuária e abstendo-se de julgamentos morais ou religiosos.
Não prestar informações à adolescente até que haja autorização expressa dos responsáveis legais.
Acionar o conselho tutelar e atender apenas após manifestação da autoridade judicial para orientar a adolescente sobre seus direitos e os serviços disponíveis.