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BRAGA (2018), em seu texto “Trabalho social com famílias no SUAS: requisições profissionais e especificidades metodológicas”, apresenta o trabalho social com famílias no Sistema Único de Assistência Social (notadamente no CRAS e CREAS), evidenciando suas especificidades, direcionamentos e a metodologias e seus elementos constitutivos. Tendo por base o referido texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa incorreta:
As situações vivenciadas pelas famílias de vulnerabilidade social ou de risco social e pessoal, o desenvolvimento de suas capacidades de mobilização de ativos, sempre irão requerer atendimentos individualizados, nunca coletivos.
Da análise do trabalho social no SUAS, observa-se uma maior responsabilização dos quadros técnicos sobre os resultados a serem alcançados com a política de assistência social. Exige-se que o trabalhador do SUAS seja um “superprofissional” que apresente um perfil que dê conta de uma enormidade de atribuições.
A definição da PNAS e do SUAS traz a família como matriz para concepção e implementação dos benefícios, programas e projetos da Assistência Social, com o propósito de romper com a fragmentação do atendimento.
O empoderamento e a potencialização dos recursos e capacidade de proteção da família significam, em outras palavras, o fortalecimento dos ativos individuais e familiares de natureza psicossocial, físico e financeiro mobilizados para fortalecer suas capacidades humanas e sociais de produzir e reproduzir-se na sociedade capitalista.
São usuários da assistência social, conforme a PNAS, os cidadãos e grupos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos, tais como: famílias e indivíduos com perda ou fragilidade de vínculos de afetividade, pertencimento e sociabilidade; dentre outros.