No âmbito do Serviço Social, adensa-se a perspectiva
crítica que considera a reforma do Estado brasileiro um
verdadeiro processo de “contra-reforma”. Essa compreensão
está ancorada no entendimento de que o termo “reforma”
A
obscurece a dimensão democrática das mudanças
propostas.
B
é mais indicado para referir-se às ações do Estado
nacional-desenvolvimentista.
C
é conservador e omite a radicalidade das mudanças
D
tem um conteúdo ideológico para convencer do caráter
democrático e reformista das mudanças.