O atual contexto neoliberal exige que o Assistente Social tenha
competência para decifrar “os fetiches desses tempos presididos
pelas finanças”, o que requer
A
um piso salarial mínimo coerente com as atividades
profissionais e a carga horária de trabalho.
B
a apreensão, na realidade, das tendências e possibilidades a
serem transformadas em projetos de trabalho profissional.
C
o combate à precarização do trabalho do Assistente Social, a
fim de que este possa desenvolver programas sociais.
D
o investimento institucional em assessorias que busquem um
diagnóstico para propor ações de trabalho.
E
um maior comprometimento das entidades representativas
dos assistentes sociais.