A matricialidade sociofamiliar se refere a centralidade da família como núcleo social fundamental para a efetividade de todas as ações e serviços da política de assistência social, que segundo a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), e o conjunto de pessoas unidas por laços consanguíneos, afetivos e ou de solidariedade, cuja sobrevivência e reprodução social pressupõem obrigações recíprocas e o compartilhamento de renda e ou dependência econômica. Assim sendo e recomendável que os profissionais que atuam nos CRAS e CREAS, compreendam a família enquanto:
Unidade padrão e imutável.
Unidade padrão ou família nuclear.
Unidade pronta e acabada e imutável.
Unidade homogênea idealizada para atender as demandas do capital.
Unidade enfocada em seu contexto sociocultural e econômico, com composições distintas e dinâmicas próprias.