

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Roberto Cardoso de Oliveira, em seu livro “O trabalho do antropólogo” (2000), faz uma crítica à relação entre informante e pesquisador. A esse respeito, é CORRETO afirmar que:
A observação participante contamina o discurso do nativo com elementos do próprio discurso do pesquisador, e isso deve sempre ser evitado.
A relação pesquisador/informante desempenha uma função empobrecedora do ato cognitivo. Por isso, a busca do pesquisador deverá ser por transformar o informante em interlocutor.
Perguntas direcionadas pelo pesquisador, na ânsia de obter respostas pontuais, conferem legitimidade aos resultados antropológicos.
A relação dialógica, proposta para superar as dicotomias envolvidas entre pesquisador/ informante, prescinde do ouvir antropológico.
Tomar o sujeito pesquisado como informante reflete condições efetivas de diálogo mútuo entre as partes.