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As relações de trabalho, no mundo capitalista, foram fonte de reflexão na sociologia clássica, pois configuravam uma nova forma de relação do homem com a natureza e com o mundo social. Nesse sentido, a respeito da análise de Max Weber acerca do trabalho, é correto afirmar que:
O protestantismo orientava aos indivíduos que a fonte da salvação era a dedicação ao trabalho, como forma de acumulação de riqueza e ostentação.
A ética protestante capitalista pregava a disciplina dos indivíduos ao trabalho, como fonte de purificação da alma e que, também, ficassem atentos aos casos de exploração do trabalho.
Ao pregar a dedicação ao trabalho como fonte de ascese, o protestantismo visava ao desenvolvimento de solidariedade e harmonia social entre os trabalhadores das fábricas.
Como o protestantismo pregava a pureza espiritual do indivíduo, por meio do trabalho, esse se torna fonte de alienação e estranhamento no processo produtivo.
A ética do protestantismo fez do trabalho um valor em si mesmo, a base para a salvação do indivíduo e de seu desenvolvimento espiritual.