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Nos anos 50, no bojo do processo de intensificação dos conflitos e de ampliação das organizações de trabalhadores, começou a se constituir um corpo unificado de reivindicações e as questões particulares começaram a ganhar sentido dentro de estratégias mais amplas. A II Conferência Nacional dos Lavradores e Trabalhadores Agrícolas, na sua Carta de Direitos e Reivindicações, já expressava demandas de caráter geral, referentes ao conjunto dos trabalhadores rurais e que eram sintetizadas em três grandes pontos: direitos civis e democráticos; reforma agrária; previdência e seguro social. Dentre eles, sem dúvida, era a reforma agrária o que mais polarizava as forças políticas.
(MEDEIROS, Leonilde S. História dos movimentos sociais no campo. Rio de Janeiro: FASE, 1989).
Com base no texto, sobre os movimentos sociais do campo, podemos afirmar que
os movimentos sociais do campo pautam principalmente as questões relativas aos direitos trabalhistas dos agricultores.
as demandas dos grupos de agricultores se dão em torno de questões individuais relativas a produção de seus familiares.
a questão agrária e os conflitos no campo foram rompidos com a garantia plena de acesso à terra com a reforma agrária e com o sindicalismo rural.
a luta dos movimentos sociais rurais se dá em torno de pautas relativas ao acesso à terra, à autonomia, produção e outras demandas sociais.
os trabalhadores rurais tiveram suas demandas atendidas pelas reformas de Base do governo João Goulart.