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“Desde o século XIX, algumas mulheres já haviam levantado a bandeira da participação política. No entanto, somente com o fim da República Velha, após 1930, as mulheres conquistaram o sufrágio feminino. O ano de 1922 foi marcado pelo surgimento da Federação Brasileira das Ligas para o Progresso Feminino. Criada e dirigida pela bióloga paulista Bertha Lutz, a federação intensificou a luta das mulheres brasileiras por direitos de cidadania que culminaram com a conquista do direito ao voto em 1932 por meio do Decreto-Lei 21.076/1932”.
AQUINO, Rubin. et all. Sociedade Brasileira: uma História através dos movimentos sociais. Rio de Janeiro: Record.1999. p. 302-303.
Dentre as outras bandeiras sociais de luta do movimento feminista, para além do sufrágio, incorporadas desde a criação da Federação Brasileira das Ligas para o Progresso Feminino, podemos destacar:
defesa da legitimidade da imprensa feminina, garantias legais ao trabalho feminino e alistamento militar.
proteção de mães e crianças, fundação de jornais feministas e alistamento militar.
garantias legais ao trabalho feminino, proteção de mães e crianças e incremento à educação feminina.
garantias legais ao trabalho feminino, proteção de mães e crianças e alistamento militar.
garantia do direito ao aborto, a educação escolar e defesa da legitimidade da imprensa feminina.