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(Disponível em: https://olma.org.br/2018/11/22.)


Texto:


A organização internacional Fundação para o Devido Processo (DPLF) lançou uma nova edição do “Manual para Defender os Direitos dos Povos Indígenas e Tradicionais”. O documento foi publicado originalmente em 2009 e, desde então, é sempre atualizado. A versão em Português e Guarani foi desenvolvida em parceria com o Conselho Continental da Nação Guarani (CCNAGUA), o Conselho Missionário Indigenista (CIMI), o Instituto Terra Trabalho e Cidadania (ITTC), o Instituto das Irmãs de Santa Cruz e com o professor Guarani-Kaiowá, Cajetano Vera. O documento apresenta, ainda, charges de autoria de Carlos Henrique Latuff de Sousa.


O documento anteriormente citado ajuda a potencializar a luta de indígenas, organizações indigenistas e movimentos sociais na América Latina e no mundo, na defesa de direitos internacionais assegurados a esses povos. A charge, em destaque, retrata:


A

Aparentemente, a participação integral das mais diversas faixas etárias na expansão de valores que, querendo ou não, socializamos no dia a dia de maneira informal.


B

Prioritariamente, a criação, desde nossos primórdios, de hábitos e valores, regras e leis, que dão sustento àquilo que define um povo, comunidade ou tribo, a cultura.


C

Claramente, a possibilidade e a necessidade de se adequar a forma de ensinar e aprender, tanto quanto os conteúdos à realidade específica de um determinado grupo, respeitando a sua verdade cultural.


D

Unicamente, o cultivo de comportamentos e rituais que um grupo de pessoas praticam e que são perpetuados a priori, através da escola e da supremacia intelectual dos mais velhos sobre os mais novos.


E

Preponderantemente a necessidade de, através das regras perpassadas por nossos ancestrais, também criar um conjunto de motivos que sirvam para regular nossa vida em conjunto; nossa convivência.