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Na Amazônia, são características das políticas desenvolvimentistas até final dos anos de 1990, exceto:
A teoria do desenvolvimento regional já demonstrou, há décadas, que o transporte em si não é fator de desenvolvimento, que se localiza nos pontos terminais dos eixos.
A concepção anti-regional das políticas é flagrante quando se observa que o conceito de Eixo é equivalente ao de grandes regiões, conformando uma nova divisão territorial do Brasil em nove grandes áreas contíguas que não expressam integralmente o recorte regional oficial, nem muito menos os diversos agentes sociais envolvidos na gestão efetiva do território.
Os Programas de desenvolvimento não preveem a Amazônia Legal como uma unidade.
As duas principais fontes de crescimento previstas pelo governo são os investimentos e as exportações, que parecem mais importantes a curto prazo.
A dimensão ambiental ainda nas décadas de 1960 e 1970 passa a ser considerada não como um fator restritivo, mas, sim, como abrindo "um leque de oportunidades", estando presente na "concepção" dos projetos.