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Ao se deparar com uma inscrição na biblioteca de uma escola, um estudante questionou o professor sobre os aspectos que envolvem a cultura e a relação dos indivíduos com a sociedade. O professor perguntou sobre a inscrição, que era “nascemos em uma sociedade pronta, com seus costumes e hábitos, ou você acredita que nós construímos nossa cultura ao mesmo tempo que usufruímos dela?”
GIROTTI, Marcio Tadeu. Puxa conversa sociologia. São Paulo: Matrix, 2024.
O professor, para responder o questionamento do estudante a respeito da frase, retirada de um Livro Caixinha, apresentou o conceito de cultura, buscando, a partir da construção de que o ser humano faz a partir dela e de como ele usufrui da cultura já enraizada na sociedade, explicar ao estudante o que é a cultura. O estudante, por sua vez, não concordou com as ideias apresentadas porque o conceito de cultura apresentado trata sobre como usufruímos da cultura e não da sua construção. Diante desse entrave, o professor argumentou mais uma vez, de forma lógica, a fim de convencer o estudante de que:
1 – nós nascemos em uma sociedade pronta;
2 – a sociedade já tem seus costumes e hábitos, sua cultura;
3 – logo, usufruímos dessa cultura.
O estudante ainda não ficou convencido, porque
O argumento do professor é suficiente, pois permite uma dedução sobre o conceito de cultura e seu uso no cotidiano dos indivíduos sociais.
O professor não poderia ter usado um raciocínio lógico para explicar a inscrição da parede, pois a lógica não se enquadra no recurso didático.
A lógica utilizada pelo professor é suficiente, pois afirma que usufruímos da cultura ao mesmo tempo em que construímos a nossa própria cultura.
A lógica utilizada pelo professor é insuficiente, pois só afirma que usufruímos da cultura e que não construímos a nossa própria cultura.
O argumento utilizado pelo professor faz sentido, sendo suficiente para convencer o estudante, pois utilizou um argumento dedutivo.