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Em capítulo dedicado à análise das concepções de sociologia da religião de Max Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira esclarecem que: “Para atender às necessidades dos menos afortunados, mágicos e sacerdotes passam a exercer funções mais mundanas de aconselhamento sobre a vida, reforçadas com a criação de uma religiosidade em torno de um salvador daqueles expostos à privação, produzindo uma visão do mundo na qual o infortúnio individual possui valor positivo. No caso do cristianismo, construiu-se sobre a figura de um redentor uma explicação racional para a história da humanidade, sendo a mortificação e a abstinência voluntária justificáveis pelo seu papel na salvação” (2017. Adaptado).
Segundo as autoras, Max Weber considera que a necessidade de salvação postulada por algumas religiões
revela uma sofisticação intelectual.
contraria os interesses das elites.
expressa uma indigência social.
promove o pessimismo racional.
condena as desigualdades sociais.