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A maturidade da ciência social brasileira não nasceu do acaso, mas sim resultado de um lento processo de reflexões e interpretações de categorias sociológicas oriundas da Europa e que, gradativamente, através de um processo de crescente autonomia foi se desprendendo da lógica europeizante para pensar o Brasil pelo Brasil. Sobre a sociologia brasileira, anote o único enunciado considerado INCORRETO:
O principal interesse da sociologia acadêmica brasileira nascente, era a valorização do pensamento de pioneiros nacionais na interpretação do Brasil na tentativa de explicar nosso atraso em relação a países capitalistas vanguardistas.
Autores da envergadura de Euclides da Cunha, Caio Prado Jr., Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, dentre outros, marcaram suas posições teóricas inicialmente sob a ótica de uma sociologia compreensiva para decifrar a especificidade de nossa formação social.
Se examinarmos o desenvolvimento da sociologia no Brasil, autores como Holanda ou Freyre, por volta da década de 1930, debruçaram-se sobre as relações entre a tradição a modernidade no Brasil.
O objeto principal de calorosas discussões girava em torno da questão da pós-modernidade. Dito de outra forma, se o Brasil havia adentrado em uma verdadeira pós-modernidade ou em uma pseudo pós-modernidade.
A expressão adequada para caracterizar a anomalia nacional, objeto de reflexões sociológicas, teve o nome de “patologia da modernidade”, conceito emprestado das ciências médicas ou biológicas para retratar uma deficiência de nossa gestão nacional.