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Apesar do SIEM ser uma solução usada para identificar ameaças e vulnerabilidades por meio da combinação dos gerenciamentos de informações de segurança e de eventos de segurança, ela não é adequada para investigações forenses de incidentes de segurança.
Certo
Errado
Um Técnico está em um grupo de discussão sobre as atividades de segurança individuais que devem ser realizadas para haver conformidade com os processos do Security Development Lifecycle (SDL). Como no ambiente de desenvolvimento há um risco de segurança significativo, o grupo está discutindo a atividade de Threat Modeling, que faz parte da fase de
Implementation.
Verification.
Design.
Requirements.
Release.
Para o desenvolvimento seguro, uma aplicação não deve executar uma violação de segurança. Sabendo disso, uma violação de segurança ocorre quando
um trojan assume o controle da aplicação e captura dados de forma indevida.
a aplicação executa uma ação além das permissões concedidas dentro da plataforma na qual está sendo executada.
o acesso do usuário da aplicação não é validado e esse usuário consegue acessar funcionalidades da aplicação que, antes, ele não tinha acesso.
há uma injeção de SQL dentro da aplicação sem a anuência de seu usuário.
a aplicação invade a área do sistema operacional e causa uma operação ilegal, travando todo o computador.
O “Security Development Lifecycle (SDL)” consiste em um conjunto de práticas que suportam garantia de segurança e requisitos de conformidade. O SDL ajuda os desenvolvedores a criar softwares mais seguros, reduzindo o número e a gravidade das vulnerabilidades no software. Nesse contexto, existem duas abordagens descritas a seguir:
I. Tem como objetivo identificar as vulnerabilidades no seu código-fonte antes de ele ser colocado em produção. É como uma revisão direta do código-fonte. Para isso são usadas técnicas de análise de código estático para procurar problemas sem precisar executar o código.
II. Tem por objetivo testar as interfaces expostas em busca de vulnerabilidades. Dessa forma, o teste é feito de fora para dentro, sendo que, nesse caso, a interface já é o suficiente para que o especialista realize o teste.
As abordagens descritas em I e II são conhecidas pelas siglas:
SAST e DAST
DAST e PAST
PAST e EAST
EAST e SAST
O NIST Secure Software Development Framework (SSDF) versão 1.1 define práticas recomendadas fundamentais para o desenvolvimento de software seguro e organiza estas práticas em quatro grupos: Preparar a Organização (PO), Proteger o Software (PS), Produzir Software Bem Protegido (PW) e
Responder a Vulnerabilidades (RV).
Revisar o Projeto de Software (RD).
Verificar a Conformidade do Software (VP).
Verificar os Requisitos de Segurança (VS).
Mitigar os Riscos de Segurança (MR).
Os participantes do processo de desenvolvimento de software podem ser categorizados em grupos. O grupo que, com frequência, exerce influência significativa nos projetos, administrando cronogramas de atividades e recursos, é o grupo de
programadores.
arquitetos.
gerentes.
clientes.
usuários.
O SDL (Security Development Lifecycle), processo de desenvolvimento de software com segurança proposto pela Microsoft, segue, em geral, um fluxo composto pelas fases de treinamento, requisitos, design, implementação, verificação, lançamento e resposta. Na fase de implementação são recomendados os seguintes elementos do SDL, exceto:
realizar revisões de código.
aplicar padrões de codificação e teste.
aplicar ferramentas de verificação de código de análise estática.
aplicar ferramentas de verificação de código de análise dinâmica.
aplicar ferramentas de testes de segurança, incluindo ferramentas de difusão.
O controle denominado “Procedimentos para controle de mudanças” está relacionado com:
Controles criptográficos.
Gestão de vulnerabilidades técnicas.
Processamento correto nas aplicações.
Requisitos de segurança de sistemas de informação.
Segurança em processos de desenvolvimento e de suporte.