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Extreme Programming é um modelo de processo de desenvolvimento de software para equipes com grande número de pessoas, que desenvolvem software com base em requisitos vagos e que são modificados rapidamente.
O extreme programming (XP) constitui método ágil de desenvolvimento de software. Uma das práticas que se enquadram nos princípios dos métodos ágeis é a programação em pares, que promove o compartilhamento da autoria do código do sistema. Além dessa vantagem, a programação em pares atua como processo informal de revisão porque cada linha de código é vista por pelo menos duas pessoas.
As seguintes práticas são recomendadas pelo XP: dividir o projeto em iterações; iniciar cada iteração com o seu planejamento; empregar cartões CRC no projeto simplificar o projeto seguir padrões de codificação; freqüentemente, testar e integrar; executar testes de unidade; programar em pares; incentivar participantes a trabalharem em diferentes partes do projeto.
No XP, não é necessário detalhar o planejamento para todo o projeto; tal planejamento pode ser atualizado a cada iteração; estórias menos relevantes são realizadas primeiro; as estórias são divididas em tarefas de programação; cada tarefa deve ser extensa de modo a ser executada ao longo de várias iterações.
A XP (Extreme Programming) é baseada em um conjunto de regras, também conhecidas como best practices. Nesse aspecto, analise:
I. The Customer is Always Available: Na XP todas as decisões sobre o rumo do projeto devem ser tomadas pelo cliente. Ele deve priorizar as tarefas, ser responsável pelos testes de aceitação, e, acima de tudo, orientar e tirar dúvidas dos desenvolvedores durante o processo de programação.
II. A técnica de Continuous Integration diz que o código desenvolvido por cada par de desenvolvedores deve ser integrado ao código base constantemente. Quanto menor o intervalo entre cada integração, menor a diferença entre os códigos desenvolvidos e maior a probabilidade de identificação de erros, pois cada vez que o código é integrado, todos os unit tests devem ser executados, e, se algum deles falhar, é porque o código recém integrado foi o responsável por inserir erro no sistema.
III. Pair Programming – na XP todo o código deve ser produzido por duas pessoas utilizando o mesmo computador. Enquanto um dos parceiros se preocupa com detalhes da implementação, ficando responsável pela digitação do código, o outro deve tentar ter uma visão mais ampla da rotina, imaginando as suas peculiaridades.
IV. Collective Code Ownership – O código deve ser de propriedade de todos e todos devem ter permissão para alterar o que for necessário para que seu trabalho possa ser desenvolvido e, também, para se evitar atrasos no desenvolvimento, devido à necessidade de alterações nas rotinas.
É correto o que consta em
Assinale a metodologia de desenvolvimento de software que tem como prática a programação em pares.
MSF
XP
RUP
PMBOK
CMMI
A característica básica da metodologia RUP/XP, que tem origem tanto no processo RUP quanto nas práticas adotadas pelo XP, é
a integração contínua dos componentes desenvolvidos.
o processo de desenvolvimento dividido em 4 fases.
a utilização do diagrama de casos de uso.
o uso de iterações.
o refatoramento dos códigos.
São três práticas da Extreme Programming (XP):
Cliente junto aos desenvolvedores, propriedade individual e semana livre.
Fases extensas, propriedade individual e testes.
Programação individual bem definida, semana livre e dispensa de testes.
Design complexo, programação em pares e propriedade individual.
Propriedade coletiva, programação em pares e semana de 40 horas (5 dias, 8 horas por dia).