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A sintaxe básica para consulta da ODL é uma estrutura select... from... where..., idêntica à sintaxe da linguagem padrão de consulta relacional SQL. A sintaxe ODL para consultas inclui conceitos adicionais, como expressões de caminho, herança, métodos, relacionamentos e coleções.
Para cada objeto independente armazenado no banco de dados, o sistema de banco de dados orientados a objetos fornece uma identidade única para ele.
No desenvolvimento de bancos de dados orientados a objetos, procura-se manter uma correspondência entre objeto do mundo real e o do banco de dados, garantindo integridade e identidade, e permitindo identificação e acesso mais fáceis.
A extensibilidade é uma propriedade fundamental de um sistema gerenciador de bancos de dados orientado a objetos (SGBDOO). Essa propriedade garante que o conjunto de tipos oferecidos pelo sistema permite a definição de novos tipos e há distinção entre os tipos predefinidos e aqueles definidos pelo usuário.
Uma chave candidata para uma classe é uma coleção de atributos que identifica de forma única as instâncias dessa classe. Um atributo não pode ser parte de várias chaves candidatas de uma classe. Em uma hierarquia de classes, diferentes classes não podem ter uma mesma chave primária.
Um papel é uma extremidade de uma associação. Uma associação binária tem dois papéis e pode ser armazenada em uma tabela. Uma associação ternária tem três papéis e não pode ser armazenada em uma tabela.
Cada uma das tabelas do esquema apresentado na figura pode ser chamada de objeto de banco de dados, conforme o modelo de organização e gerenciamento de SGBDs Oracle e SQLServer.
Uma chave candidata para uma associação é uma combinação de papéis e qualificadores que identificam de forma única as instâncias da associação. Em uma associação, a multiplicidade especifica quantas instâncias de uma classe podem estar relacionadas a uma instância da classe associada.
Suponha que um índice secundário de um arquivo com 30.000 registros de dados com um tamanho fixo de 100 bytes esteja armazenado em um disco que use um bloco de 1.024 bytes. Se o campo chave do índice e o ponteiro para o bloco de dados sejam de 9 e 6 bytes, respectivamente, qual a quantidade de blocos necessária para armazenar o índice?
44
68
200
442
Se duas classes estão relacionadas por uma associação, as suas instâncias podem ser armazenadas em mais de uma tabela ou em uma única tabela. Se forem armazenadas em mais de uma tabela, as ligações entre as instâncias das classes podem ser estabelecidas por meio de chaves. As chaves devem ser iguais aos identificadores gerados quando as instâncias são criadas na memória volátil. Não podem ser usados conjuntos de atributos para identificar de forma única as instâncias.
Alguns SGBDs orientados a objetos geram automaticamente os identificadores dos objetos que armazenam. Esses objetos tipicamente mantêm as suas identidades mesmo se os valores dos seus atributos forem modificados. Esse conceito de identidade difere do adotado para as tuplas nos bancos relacionais, em que as tuplas são diferenciadas pelos valores dos seus atributos.
Em análise orientada a objetos, o banco de dados gerado é totalmente orientado a objetos.
Ao adotar-se uma modelagem orientada a objetos para o modelo de dados acima, será possível empregar o conceito de herança, por meio da realização de uma operação de generalização que define uma classe Pessoa que agrega dados comuns entre “Fornecedores”, “Funcionários” e “Clientes”, representando, por exemplo, o fato de que as três entidades possuem um endereço. Nessa modelagem orientada a objetos, as classes “Fornecedor”, “Funcionário” e “Cliente” herdariam da classe Pessoa.
Uma variável de instância na estrutura de um objeto (modelo orientado a objetos) é similar a um atributo de uma relação (modelo relacional), com a diferença de que variáveis de instância podem ser encapsuladas dentro do objeto e não são necessariamente visíveis para entidades usuárias externas.
Um sistema de base de dados orientado a objetos (object oriented database system — OODBS) deve prover uma identidade única para cada objeto armazenado no banco de dados. Como tal identificador de objetos (object identifier — OID) é similar a uma chave primária do modelo relacional, o sistema deve permitir ao usuário modificar o OID de um determinado objeto para que seja possível a realização de consultas e atualizações do banco de dados.
A estrutura de um banco de dados orientado a objetos pode ser construída com base no modelo relacional clássico. Entretanto, algumas extensões precisam ser definidas para suportar algumas estruturas típicas de orientação a objeto que não estão presentes no modelo relacional. Entre elas, podem-se destacar as relações de herança e a indexação de métodos.
Considere duas classes, A e B, que possuem um relacionamento de clientela. Boas práticas de projeto orientado a objetos recomendam que:
a navegabilidade seja definida nos dois sentidos, pois facilita a referência mútua entre objetos das classes.
a navegabilidade seja priorizada em um dos sentidos, com base na freqüência de acesso e na estimativa de número de instâncias.
uma terceira classe seja criada, se o relacionamento for m para n.
o relacionamento seja estabelecido indiretamente através de atributos chaves, ao invés de uma associação explícita entre as classes.
o relacionamento de clientela seja modelado através de generalização.
A comparação entre bancos de dados orientados a objetos e bancos de dados relacionais é freqüentemente realizada por um
organizador.
blob.
caching.
clipboard.
depurador.
Sobre bancos de dados objeto-relacionais, assinale a alternativa correta.
Utilizam SQL2 como linguagem de consulta, mas são implementados com as tecnologias de orientação a objetos.
Possibilita a modelagem com as técnicas de OO mas é internamente implementado utilizando as técnicas dos SGBD´s relacionais.
A linguagem de consulta e a implementação do SGBD são totalmente orientados a objeto
As relações do modelo relacional são trocadas por objetos e toda a implementação do SGBD utiliza orientação a objetos