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As três fases previstas em um projeto de banco de dados são:
levantamento de requisitos, modelagem entidade-relacionamento e projeto de banco de dados.
modelagem conceitual, projeto lógico e projeto físico.
estudo de viabilidade, modelo lógico e modelo relacional.
viabilidade de projeto, modelo entidaderelacionamento e projeto físico.
projeto lógico, normalização e projeto físico.
Acerca das categorias de modelos de dados, é INCORRETO afirmar que:
As categorias (Conceitual, Representacional e Físico) têm relação com os níveis da modelagem do banco de dados onde os modelos Conceituais se aproximam de detalhes de visão do usuário e, na outra ponta, os modelos Físicos que representam o mínimundo real que estamos retratando nas definições.
Os modelos de dados Orientado a Objetos, em Rede e Hierárquico são exemplos de Modelo de Dados Representacional.
O MER (Modelo Entidade-Relacionamento) é um tipo de Modelo de Dados Representacional. Esta categoria de modelo de dados serve de ponte entre as as duas outras categorias dentro de um projeto de banco de dados (Conceitual e Físico), traduz o que se deseja modelar e traz alguns detalhes que servirão para a implementação do projeto.
O modelo de dados representacional possui detalhes que descrevem sua estrutura, ou seja, define o objeto ou conceito que quer representar através de suas características e relacionamentos entre si.
Rotas de acesso, ordem de registros e formatos de registros são definições elaboradas dentro do Modelo de Dados Físico e descrevem os conceitos tratados dentro do projeto representacional do banco de dados, de forma que seja possível sua implementação em baixo nível.
O processo de projeto de banco de dados pode ser dividido em seis etapas: análise de requisitos, projeto conceitual do banco de dados, projeto lógico do banco de dados, refinamento do esquema, projeto físico de banco de dados e projetos de aplicativos e segurança. Neste contexto, marque a alternativa correta.
As informações coletadas na etapa de análise de requisitos são usadas para desenvolver uma descrição de alto nível dos dados a serem armazenados, juntamente com as restrições conhecidas para serem aplicadas sobre estes dados. Esta etapa, denominada Projeto Conceitual do Banco de Dados, normalmente é conduzida escolhendo-se um SGBD para implementação do projeto de banco de dados.
A quarta etapa no projeto de banco de dados consiste em analisar a coleção de relações em nosso esquema de banco de dados relacional, para identificar problemas em potencial e refiná-los. O refinamento do esquema pode ser conduzido por uma teoria elegante e poderosa, denominada modelo Entidade-Relacionamento (ER).
Na etapa de projeto físico de banco de dados, consideram-se as cargas típicas esperadas que o banco de dados deve suportar e refina-se ainda mais o projeto de banco de dados para assegurar que satisfaça os critérios de desempenho desejados. Pode envolver a criação de índices em algumas tabelas e agrupamento de tabelas, ou pode envolver um reprojeto substancial de partes do esquema de banco de dados obtido das etapas anteriores.
O esquema físico de um banco de dados pode ser modificado de modo relativamente fácil após uma aplicação ter sido construída, assim como o esquema lógico, não impactando em atualizações disseminadas pelo código da aplicação.
Como o nível de conhecimento dos usuários de banco de dados varia entre aqueles que conhecem muito e outros que são leigos, os Sistemas de Bancos de Dados usam níveis de abstração para simplificar as interações entre os usuários com o sistema. Sendo assim, relacione a coluna 1 que apresenta os níveis de abstração e a coluna 2 com as características destes níveis:
Coluna 1
(1)Visão.
(2)Lógico.
(3)Físico.
Coluna 2
( ) Descreve quais dados estão armazenados no banco de dados e qual a relação existente entre eles.
( ) Preocupa-se em descrever estruturas de dados complexas de baixo nível.
( ) Diz respeito à forma como os dados são vistos pelos usuários (individualmente).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
1, 3, 2.
2, 3, 1.
3, 1, 2.
2, 1, 3.
Um dos perigos da concepção de um esquema de banco de dados é a Incompletude. Considere os Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados e o projeto de bancos de dados para julgar a seguinte afirmação: O perigo da Incompletude acontece quando o projeto de banco de dados é ruim por poder resultar em informações repetidas.
Certo
Errado
No projeto de bancos de dados relacionais, a identificação das dependências funcionais é fundamental no processo de
dimensionamento físico do banco de dados.
estabelecimento dos privilégios de acesso.
identificação das chaves estrangeiras.
normalização das tabelas.
otimização das consultas.
Sobre o projeto de banco de dados assinale a alternativa incorreta:
Em um projeto de Banco de Dados não se utiliza o Modelo Entidade-Relacionamento para descrever quais os requisitos que o usuário deseja no Banco de Dados.
Um modelo conceitual irá descrever a realidade do ambiente real e o problema, sendo uma visão geral dos principais dados e suas relações, independente das restrições de implementação.
A partir do modelo conceitual, ou seja, após a elaboração do modelo Entidade Relacionamento, é possível ter uma visão geral de como será o sistema de Banco de Dados.
O Modelo relacional classifica os dados em tabelas que possuem colunas e linhas, que possuem relacionamentos.
No Modelo de rede cada conjunto consiste em um registro proprietário e um, ou mais, registros de membro.
.O banco de dados, muitas vezes, é a parte mais importante do sistema, pois é onde fica a informação, sendo o projeto de BD essencial para o desenvolvimento de sistemas de informação. Um projeto de banco de dados é subdividido em etapas no qual o objetivo é a criação de um banco de dados otimizado que atenda às expectativas do cliente. E, nesse contexto, os modelos de dados são muito importantes para a transmissão de ideias entre o cliente e o projetista, bem como para facilitar a manutenção do banco de dados no futuro. Nesse cenário, observe a figura abaixo:

Os projetos ALFA, BETA e GAMA são denominados, respectivamente,
lógico, conceitual e físico.
lógico, físico e conceitual.
físico, lógico e conceitual.
conceitual, lógico e físico.
conceitual, físico e lógico.
Na teoria de projetos de bancos de dados, o processo de normalização de uma tabela é feito a partir da identificação
das chaves estrangeiras.
das dependências funcionais.
das junções que serão necessárias.
dos tipos de dados em cada coluna.
dos relacionamentos entre as tabelas.
Uma empresa do agronegócio quer aumentar sua capacidade de decisão e gestão de dados. Para fazer isso, ela quer contratar um bom analista de dados, então, na primeira entrevista, foi proposto um teste para o candidato. Imaginando que você é o candidato, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O projeto físico dos dados corresponde à organização interna do armazenamento dos dados pelo SGBD e à definição de estruturas de dados auxiliares.
( ) MER (Modelo Entidade-Relacionamento) consiste em se projetar uma série de diagramas que descrevem os dados do BD e os seus inter-relacionamentos.
( ) Uma entidade é um objeto do mundo real que possui existência própria e cujas características ou propriedades desejamos registrar. Ela tem existência física como uma pessoa, um livro ou uma peça.
( ) A primeira análise que se deve fazer do mundo real é transformado em um modelo lógico que depois migra para um modelo conceitual do BD.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
F – F – V – V.
V – V – F – F.
F – V – F – V.
V – V – V – F.
Sobre a abordagem relacional no projeto de banco de dados, é CORRETO afirmar que
uma tabela é um conjunto ordenado de linhas, ou tuplas.
um conjunto de valores numéricos para cada campo da tabela é denominado de restrições de integridade.
existem ao menos três tipos de chaves: primária, alternativa e estrangeira.
a especificação de um banco de dados relacional é suficiente com a definição das tabelas e das colunas.
a integridade de chave é a restrição que define os valores dos campos de uma chave estrangeira.
Considere as seguintes regras de derivação de dependências funcionais no âmbito do projeto de banco de dados

Sobre essas afirmativas, conclui-se que:
No projeto de banco de dados, um esquema conceitual é uma representação em nível mais alto do que um esquema relacional, e ambos os esquemas representam uma estrutura para os dados em algum nível de abstração. Sobre o mapeamento entre tais esquemas tem-se que:
qualquer esquema conceitual deriva um único esquema relacional, e qualquer esquema relacional é derivado de um único esquema conceitual.
qualquer esquema conceitual deriva um único esquema relacional, mas um esquema relacional pode ser derivado de vários esquemas conceituais.
qualquer esquema relacional é derivado de um único esquema conceitual, mas um esquema conceitual pode derivar vários esquemas relacionais.
um esquema conceitual pode derivar vários esquemas relacionais, e um esquema relacional pode ser derivado de vários esquemas conceituais.
Em um projeto de banco de dados, uma importante propriedade é a cardinalidade. Ela é definida como
a quantidade de relacionamentos definidos em cada processo.
a quantidade de ocorrências de entidade associadas a uma ocorrência da entidade em questão através do relacionamento.
o número de ocorrências de um relacionamento associado a cada entidade.
o grau de relação entre duas regras do modelo pretendido.
a capacidade de registros no banco de dados.
No projeto físico, são realizados: seleção de índices (métodos de acesso), particionamento e clustering de dados.
Certo
Errado
Acerca de projetos de banco de dados, assinale a regra que garante uma superchave na aplicação de uma dependência funcional em uma relação.
O subconjunto S da relação R é uma superchave de R, se em qualquer relação válida r(R) todos os pares de tuplas t1 ≠ t2 implicarem t1[S] ≠ t2[S]
O subconjunto S da relação R é uma superchave de R, se em qualquer relação válida r(R) todos os pares de tuplas t1 ≠ t2 implicarem t1[S] = t2[S].
O subconjunto S da relação R é uma superchave de R, se em qualquer relação válida r(R) todos os pares de tuplas t1 = t2 implicarem t1[S] ≠ t2[S].
O subconjunto S da relação R é uma superchave de R, se em qualquer relação válida r(R) todos os pares de tuplas t1 > t2 implicarem t1[S] < t2[S].
O subconjunto S da relação R é uma superchave de R, se em qualquer relação válida r(R) todos os pares de tuplas t1 < t2 implicarem t1[S] > t2[S].
Em relação a projetos de bancos de dados, considere:
I. Tem dependência com a classe do Gerenciador de Banco de Dados - GBD, mas não com o GBD específico.
II. Total dependência do GBD específico.
III. Não tem dependência com a classe do GBD a ser escolhido.
Definem os projetos de bancos de dados correta e respectivamente:
lógico, físico e conceitual.
lógico, conceitual e físico.
conceitual, lógico e físico.
físico, conceitual e lógico.
conceitual, físico e lógico.
O processo de projeto de banco de dados possui três etapas principais, executadas sequencialmente. Indique a alternativa que apresenta essas etapas na sequência CORRETA.
Projeto Físico, Projeto Sequencial e Projeto Final.
Projeto Físico, Projeto Conceitual, Projeto Lógico.
Projeto Conceitual, Projeto Lógico e Projeto Físico.
Projeto Lógico, Projeto Físico, Projeto Conceitual.
No projeto de um banco de dados, uma propriedade importante de um relacionamento é a de quantas ocorrências de uma entidade podem estar associadas a uma determinada ocorrência através do relacionamento. Essa propriedade é chamada de:
associatividade.
atributo.
cardinalidade.
identificabilidade.
mapeamento E-R.
A etapa de projeto dos bancos de dados relacionais é importante para que as operações sobre os dados armazenados estejam livres de problemas como, por exemplo, redundância. Um dos objetivos dessa fase é a normalização das tabelas.
Conhecidas as entidades, seus atributos e seus relacionamentos, o processo de normalização baseia-se, principalmente,
no ambiente de desenvolvimento e programação a ser utilizado na construção do sistema.
nas características do SGBD a ser empregado na implementação, especialmente dos métodos de indexação.
nos requisitos de performance que venham a ser estabelecidos para a instalação quando em regime.
na identificação das dependências funcionais entre os atributos e das chaves primárias e candidatas a serem definidas para as tabelas.
nas ferramentas de persistência de dados a serem empregadas no desenvolvimento.